Napoleão e Hitler | Laboratório da Consultoria

Napoleão e Hitler

6 de junho de 2018

Nos trabalhos de consultoria, ocorrem mudanças quanto aos seus objetivos e seu foco, ganhando uma nova formulação e até um novo real problema e diagnóstico diferentes. Outras expectativas podem surgir, motivadas pela conjuntura, pelo próprio cliente ou pela dinâmica do processo. Daí, a conveniência ou até necessidade de se desenvolver um “plano B”, de reserva, espécie de trunfo, de carta na manga à espera da oportunidade e conveniência de ser adotado.

Napoleão não tinha um bom “plano B” quando invadiu a Rússia em 1812, surpreendido pela estratégia do recuo russo e por crudelíssimo inverno – com temperaturas de 30 graus negativos – começando 60 dias antes do previsto, que dizimaram seus exércitos (de 690 mil para 100 mil). Na II Guerra, 120 anos depois, Hitler incorreu no mesmo erro.

“Vejam que falta faz uma boa consultoria, com olhar independente, de estranhamento, com distanciamento crítico, isento”, ressalta Luiz Affonso Romano, presidente da Associação Brasileira de Consultores (ABCO) e autor das pesquisas Perfil das Empresas de Consultoria no Brasil de 2014 a 2017.

Fonte: Monitor Mercantil Fatos & Comentários 06062018

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