Governança, Integridade e Compliance, avigorando conceitos e comportamentos.

ISDN encontro 2015Com o objetivo de aprimorarem a sua gestão, aperfeiçoarem controles internos e se habilitarem a novos desafios, empresas  decidem adotar novas práticas de Governança, Integridade e Compliance, com a criação de  Conselho de Administração,  instituição de Código de Ética e Conduta e Encontros de discussão e avaliação, condizentes com  a expectativa da sociedade atenta, exigente e com pressa.

A Estruturação do Conselho de Administração, a elaboração do Código de Ética e o 1º Encontro interno, foram coordenados pelos consultores Luiz Affonso Romano, Paulo Jacobsen e Carlos Velloso.

Foto: para avaliar e assegurar o entendimento da nova etapa, a transparência  e a cooperação de todos, preservando e otimizando o valor, a empresa realizou o 1º Encontro entre acionistas,  diretoria e colaboradores da sua sede no Rio de Janeiro. Os Encontros serão quadrimestrais- o próximo em maio 2016-  e  em todos os locais de atuação da organização. Em abril, irá inserir no site/sítio o Conselho de Administração e o código de Ética.

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7 Comments

  1. Paulo Azevedo · 20 de junho de 2016 Reply

    A ação dos envolvidos deve corresponder as normas escritas. O que vimos por aí…eram belos discursos e nenhuma ação que correspondesse. Verdadeiros crimes corporativos. Não vejo normas com punições. Das primeiras organizações a estabelecerem normas com punições foram os exércitos. As empresas devem ser rígidas na implantação e manutenção, caso contrário serão meras normas.

  2. Luiz Affonso Romano · 17 de maio de 2016 Reply

    Os consultores compreendem quão difícil é equilibrar, numa empresa, de forma equânime, os interesses dos proprietários, acionistas, empregados, prestadores de serviços, direção, conselho de administração, clientes, fornecedores, entre outros mais.

    Sabemos que a imagem da empresa, a reputação, é o seu mais significativo ativo e que hoje a opinião pública, viva e irrefreável, está atenta, não esquecida e sobrepõe às empresas e produtos/serviços, “regras” mais severas que as demoradas penalidades monetárias e de cárceres fixadas pela Justiça.

    Luiz Affonso Romano
    Consultor

  3. Antonio Andrade · 14 de maio de 2016 Reply

    Governança como um conjunto de princípios, práticas, mecanismos, ferramentas que conduzem os sistemas produtivos (organizações, programas, projetos) no sentido de atingirem os objetivos desejados pelas diversas partes interessadas deve ser o caminho a ser perseguido por todas as Organizações privadas e, principalmente, as públicas.

    Sua adoção combinada com integridade e compliance formam um bom composto para a excelência organizacional.

    Antonio Andrade D.Sc.
    Diretor de Extensão
    UNIRIO

  4. Luiz Affonso Romano · 14 de maio de 2016 Reply

    Os tempos são outros, condizentes com a expectativa de sociedade atenta, transparente, exigente e com pressa, cabendo, portanto, a consultoria aconselhar, estruturar e acompanhar a aculturação da integridade nas empresas, desde (i) a constituição ou atualização dos conselhos de administração/ consultivo, (ii) dos códigos de ética– retirando-os das gavetas dos presidentes e atualizando-os– e (iii) coordenar encontros periódicos de todos-todos: direção e colaboradores.
    Luiz Affonso Romano
    Consultor, diretor do Laboratório da Consultoria, do IBEF e presidente da ABCO Associação Brasileira de Consultores

  5. Thania Kalil · 12 de maio de 2016 Reply

    Parabéns pela iniciativa.

    As instituições que querem manter, e demonstrar, uma postura ética, apesar do cenário atual do nosso país, precisam provocar encontros entre seus membros – diretoria e colaboradores – e pares e assim assegurar uma cultura saudável.
    Penso que isso possibilitará cumprir o seu propósito.

    Thania Kalill
    Consultora de Gestão de Pessoas
    Coahing Generativo

  6. Carlos Peixoto · 10 de maio de 2016 Reply

    Muito boa a iniciativa. A integridade deve fazer parte da maneira como a empresa faz negócios.
    É importante que todos os colaboradores (internos e externos) entendam as leis aplicáveis à atividade bem como as políticas da organização.
    Os encontros mencionados são igualmente relevantes, de forma a transmitir aos colaboradores o chamado “tone at the top”. Pois de nada vale ter regulamentos internos bem escritos se as atitudes da administração não demonstrarem o compromisso com a ética e o cumprimento da legislação, sem exceções.
    O Decreto 8420/15 (que regulamenta a Lei 12.846/13, conhecida como a Lei da Empresa Limpa ou Lei Anticorrupção) menciona que um Programa de Integridade deve estar calcado no inequívoco comprometimento e apoio da alta administração. Não pode ser “letra morta”.
    Realmente muito boa a iniciativa da empresa. Parabéns!
    Carlos Peixoto
    Consultor

  7. Umberto REIS · 10 de maio de 2016 Reply

    Governança, Integridade e Compliance – nunca três palavras de intenso significado são tão importantes para o Brasil enfrentar a crise por que vem passando. Temos visto cenas patéticas e absurdas em praticamente todos os meios sociais, que comprometem seriamente nossa imagem no exterior.
    Quanto mais lemos e observamos os relatórios emitidos pelos órgãos encarregados do levantamento da operação lava-jato, petrolão e por aí vai, temos a certeza absoluta que as empresas envolvidas passaram ao largo dessas medidas… Não creio que a desconheçam, pois estamos falando de empresas de renome, ou que pelos menos pensávamos que eram.
    Para aos brasileiros que vivem atualmente fora do pais, a vergonha nos assola todos os dias. As noticias veiculadas na mídia internacional retratam nosso pais totalmente fora da seriedade que deveríamos mostrar; e penso que eles tem toda a razão.
    Nosso governo e principais empresários todos misturados num mesmo balaio de corrupção e falta de vergonha na cara, estouram todos os orçamentos para produzir obras medíocres.
    Hoje falam da proximidade dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, e o que aparece são os atrasos nas obras e o super-faturamento. Justificativas levianas das autoridades não se sustentam. Todos sabemos que nosso país tem um grande potencial, mas não temos mais o direito de perder décadas de desenvolvimento por má gestão, total falta de governança corporativa, integridade e compliance. Ou o Brasil reage implementando de vez esses pilares, ou continuaremos sendo o pais tupiniquim que todos conhecem bem no exterior.
    Parabéns aqueles empresários que tomam a iniciativa de inseri-las no comportamento de seus colaboradores e que a apliquem cabalmente. Os resultados certamente virão!
    Umberto Reis
    Consultor

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