Ética no Esporte- CBV

Ética no Esporte- CBV

29 de outubro de 2011 0 Por Luiz Affonso Romano e Paulo Jacobsen

                                                                                                    Ética no Esporte foi o tema da palestra ministrada pelosCBV centro de treinamento 2011 profs e consultores  Luiz Affonso Romano e Paulo Jacobsen, no dia 29 de outubro de 2011,  para os participantes– delegados de todas a Federações de Voleibol do Brasil– do Curso de Formação de Delegados Técnicos da  Confederação Brasileira de Voleibol, no Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema, no Rio de Janeiro.

Em 2001, Romano coordenou a comissão que elaborou o código de Ética da CBV, à época o 1º do Brasil.

Código de Ética: por quê?

Ele foi construído com a participação de representantes das federações estaduais, gestores da CBV… e não imposto, daí, com o reconhecimento das responsabilidades de todos os envolvidos ( dirigentes, atletas, técnicos, árbitros, funcionários…). deu-se, consequentemente,  a criação de ambientes  com o embrião da Ética por  norma. O CE é o Guia de ação em situações conflitantes.

Assim, Ética é um processo e que  a difícil implementação de novas posturas e comportamentos– envolvendo  normas e aspectos éticos– deve ser acompanhada por um esforço  de “ aculturação” ao se enfrentar, inclusive,  uma previsível, natural e até compreensível reação à mudança – hoje até exaustivamente pesquisada pela moderna Neurociência.

Bons exemplos de comprometimento Ético na CBV:

Dirigentes:

Investir no aprimoramento profissional dos que atuam nas entidades que administram o Voleibol, mantendo-os capacitados em práticas atuais de gestão para o esporte; e

Atletas:

Jogar com determinação, acatando as resoluções dos árbitros, as orientações dos técnicos, dos colaboradores e tratando os oponentes com respeito e consideração, além de evitar ofender o público presente aos jogos.

Denominador comum:

Regras e normas , simplesmente  mandatórias, não garantem a modificação do comportamento dos envolvidos. Há que haver comprometimento e exemplos da direção e reuniões periódicas todos-todos para discussão e aculturação dos ditames da Governança, Ética e Integridade,  segundo Jacobsen e Romano.

http://www.cbv.com.br/v1/noticias.asp?IdNot=15532