Carreiras

5 de setembro de 2018

Carreiras são construções. Trilhas organizadas e estabelecidas pelo fazer. Normalmente tem origem na formação, mas não necessariamente. São um consolidado, característico e representativo, das trilhas percorridas quando observadas na maturidade. Entretanto, quando vistas do ponto de partida, tendem a ser motivo de ansiedade e muitas das vezes são ensaios para voos diferenciados.

Carreiras, como os processos de construção em geral, passam por estágios e se desdobram conforme ciclos evolutivos.

Carreiras podem ser planejadas e analisadas conforme o estágio em que se encontre o profissional. Podemos nos debruçar sobre o planejamento do início de carreira, sobre mapeamentos e avaliações quer de valores, motivação e competências, assim como podemos colocar energia nos planos de desenvolvimento – autodesenvolvimento, programas atitudinais, trilhas de carreira, ampliação e prontidão de perfil profissional, etc.

A menção aos ciclos está na proporção direta da longevidade e extensão da vitalidade dos indivíduos e que se reflete diretamente na extensão e multiplicidade dos ciclos de carreira. A multiplicidade, sua abrangência e cada vez maior diversidade resultam em momentos mais numerosos – mas não necessariamente mais fáceis – de mudança de carreira.

As mudanças também colocam, sob a atenção de profissionais e gestores, critérios e necessidades que as profissões e carreiras até meados do século passado sequer consideravam: ciclos de vida, aspectos lúdicos, habilidades extra-profissionais, atividades extra-laborais, hobbies, redes sociais como meios para interação e negócios, etc…

Há diferentes abordagens e planos específicos a depender do estágio: escolha de carreira, carreiras incipientes, carreiras maduras ou em transição para negócios e, em todos, a importância do desenvolvimento de competências como alavanca necessária para o equilíbrio e satisfação com este aspecto vital: contribuição.

Anna Dutra
Consultora de DH e Coach de Florescimento Humano

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