As expectativas dos formandos versus a realidade do mercado

31 de janeiro de 2018

Toda aquela euforia de calouro serve de combustível para os anos de estudos que sucederão. Afinal, normalmente é uma barra conseguir uma vaga num curso disputado em qualquer universidade de prestígio.

Determinadas disciplinas exigem maior dedicação no momento de reunir informações relevantes para conseguir a aprovação. Entre umas e outras sempre há aquela que faz acelerar as batidas do coração, onde seus devotos se empenham para não faltar, tiram as melhores notas nas avaliações e, quem sabe, terem dali a definição de sua área de atuação profissional, ou seja, acadêmicos que já definiram onde desejam chegar. É bem isto que deveria acontecer enquanto estudantes. Contudo, de acordo, com pesquisas recentes, uma multidão conclui seus estudos na universidade com forte expectativa de conquistar uma vaga de trabalho de modelo formal. Poucos são aqueles que, de fato, desejam inovar em sua carreira de modo a transformarem uma sociedade com toda a bagagem adquirida e habilidades desenvolvidas. O mundo real precisa disto: “de veteranos”, de acadêmicos experientes. Que não esperem por uma vaga de estágio ou uma chance numa multinacional, mas que criem projetos a fim de desafiarem seus próprios limites e tornarem-se profissionais independentes.

Segundo dados divulgados no dia vinte e dois de janeiro deste ano, pela Folha de São Paulo, a economia brasileira perdeu 328,5 mil vagas de emprego formais em dezembro de 2017. Se boa parte destes trabalhadores tiverem visão de oportunidade em meio à crise que o país enfrenta, não lhes faltarão trabalho para manterem suas famílias e contribuírem para o crescimento da nação, podendo buscar aprimoramento profissional e ingressarem em áreas como a consultoria, que não encontra limites de atuação no mercado, uma vez que seja bem desenvolvida.

Esta é a realidade do novo cenário no mercado. Cabe aos calouros atentarem aos sinais que o mundo onde se vive vem emitindo. O emprego formal tende a se tornar ainda mais escasso- Luiz Affonso Romano e Jeremy Rifkin já alertam desde a década de oitenta. O mercado anseia por soluções sustentáveis e inteligentes oferecidas por consultores de excelência ética.

Kelly Sodré Consultora de Negócios da Businees Intelligence Consulltoria, Assessoria e Treinamento.

 

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2 Comments

  1. Kelly · 2 de fevereiro de 2018 Reply

    Como bem comentado pelo Consultor Romano, fica a deixa para reflexão e decisão aos recém formados e às universidades.
    Kelly Sodré.
    Consultora

  2. Luiz Affonso Romano · 31 de janeiro de 2018 Reply

    As faculdades estão formando para um mundo que não mais existe, com os primeiros sinais despontando na década de oitenta, portanto passados mais de trinta.
    Precisamos ser artificies da própria vida e carreira.
    Luiz Affonso Romano

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